Repercussão
Azevêdo sobre investigação na Cruz Vermelha: “Não se pode nem julgar nem se condenar por antecipação”
Foi com essa resposta que o governador João Azevêdo (PSB) comentou o caso sobre a investigação que envolve a Cruz Vermelha

Publicado em 05/02/2019 18:10

Reprodução

“Não se pode nem julgar nem se condenar por antecipação”. Foi com essa resposta que o governador João Azevêdo (PSB) comentou o caso sobre a investigação que envolve a Cruz Vermelha, na Paraíba e a citação de alguns de seus auxiliares como supostos beneficiários de um esquema de propina, que ganhou notoriedade na gestão do Rio de Janeiro.

Os nomes dos auxiliares foram citados pela operação Calvário, deflagrada pelo Ministério Público, que apura fraudes na Saúde desde o ano passado.

“Os dois secretários citados na matéria foram objetos de um mandado de busca que o Ministério Público mandou fazer. Isso não significa, absolutamente, que há irregularidade de qualquer que seja. Não é assim que se trata as coisas, até porque os fatos que levaram a essa decisão refere-se, por exemplo, ao fato de o secretário Waldson ter sido secretário de Saúde de 2011 a 2012 e ao fato da secretária de administração ter feito à época o processo licitatório, ou seja, não se trata do trabalho feito pela Cruz em relação à secretaria de saúde”, disse.

Ainda segundo João, o processo está sendo tratado como precisa ser tratado. Ele ainda reiterou que o Governo do Estado não foi citado nem envolvido em completamente nada, e arrematou: “Não está em discussão o modelo de contratação das OSs, porque esse foi o modelo que tirou o Trauma do caos que ele era em 2011 para prestar um excelente serviço de qualidade. O modelo está correto, mas é preciso que se levante às questões para saber se há problemas entre a Cruz Vermelha e seus fornecedores, isso sim é que está em investigação”.

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