Política
Veja lista: seis auxiliares do governo João se preparam para deixar cargos nesta 5ª

Publicado em 03/06/2020 19:51

Reprodução

Pelo menos seis auxiliares do governo João Azevêdo devem entregar os cargos que ocupam na administração estaduais, obedecendo o prazo da justiça eleitoral, que impõe a desincompatibilização àqueles que desejam entrar na disputa majoritária nas eleições municipais desse ano.

Entre os nomes estão a secretária de Desenvolvimento e Articulação Municipal, Ana Cláudia Vital do Rêgo (Podemos), que vai disputar a prefeitura de Campina Grande; a secretária de Desenvolvimento Humano da Paraíba, Denise Albuquerque, que sinalizou pretensão de voltar a encarar a disputa pela prefeitura de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, e ainda a diretora do Hospital de Pombal, Kévia Werton, que é irmã da deputada Pollyana Dutra e deve disputar a prefeitura daquela cidade.

Além da ala feminina, também sinalizaram que entregam os cargos até esta quinta-feira (04), o coordenador do Procase, Aristeu Chaves, que deve disputar a prefeitura de Camalaú; o diretor do Hospital de Aguiar, doutor Léo e o presidente da Lotep, Beto Brasil, que deve voltar a concorrer às eleições municipais na cidade de Solânea.

A informação foi confirmada pelo Secretário de Comunicação do Governo da Paraíba, Nonato Bandeira, em entrevista ao programa Arapuan Verdade, na tarde desta quarta-feira (03). Ele ressaltou, no entanto, que a decisão dos auxiliares deixarem os postos foi de foro íntimo, sem articulação alguma do governo, que tem priorizado o combate à pandemia do coronavírus na Paraíba.

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“Essa foi decisão que eles tomaram, o governo tem apenas que acatar”, ressaltou.
Ainda durante a entrevista, Nonato praticamente descartou a saída do secretário Luiz Couto (PT) do cargo. O petista é cotado para disputar a prefeitura de João Pessoa pela direção da sigla, mas tem sinalizado que não pretende encarar a disputa.

Já o secretário de Saúde Geraldo Medeiros (Cidadania), que é cotado para disputar a prefeitura de Campina Grande, também deve permanecer no cargo e deixar a disputa para outro momento, tendo em vista que está mergulhado nas ações de combate à pandemia.

PB Agora


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